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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Super-bananas podem acabar com a falta de Vitamina A nos países subdesenvolvidos

Mäyjo, 14.01.15

Super-bananas podem acabar com a falta de Vitamina A nos países subdesenvolvidos

Os alimentos geneticamente modificados têm os seus prós e contras, sendo mal vistos em muitas regiões do globo. Contudo, por vezes, estes alimentos modificados podem surpreender pela positiva. Investigadores de uma universidade australiana desenvolveram um tipo de banana geneticamente modificada que vai poder ser cultivadas nos países subdesenvolvidos de maneira a acabar com a carência de Vitamina A nestes locais.

Para tal, os investigadores enriqueceram as bananas normais com alfa e beta carotenos, transformando-as em super-bananas capazes de suprir as necessidades nutricionais, principalmente das crianças.

Todos os anos, mais de 650.000 crianças morrem devido à falta de Vitamina A. Contudo, estas bananas geneticamente modificadas – que estão a ser testadas em humanos nos Estados Unidos – podem ajudar a prevenir muitas mortes. A falta de Vitamina A é responsável pela cegueira de pelo menos 300.000 crianças anualmente, o que poderia ser facilmente evitado. Contudo, a escassez de alimento em muitos países da África subsariana impedem que muitas crianças recebam os nutrientes necessários ao bom funcionamento do organismo.

À vista, as novas bananas são iguais às bananas comuns, com excepção da casca que é cor de laranja em vez de amarela, refere o Inhabitat. O projecto que desenvolveu esta banana geneticamente modificada é apoiado pela Fundação Bill e Melinda Gates e foi desenvolvido na Universidade de Tecnologia de Queensland, na Austrália.

Actualmente, as bananas estão a passar por uma fase de testes de seis semanas para determinar se podem ou não ser utilizadas como uma boa fonte de nutrição. Se os testes forem bem-sucedidos, a nova super-banana pode começar a ser cultivada nos países em desenvolvimento em 2020.

Este novo alimento, é certo, vai continuar a polémica dos OGM, que claramente desaprovamos. E o leitor, qual a sua opinião sobre o assunto?

Foto:  Konstantin Zamkov / Creative Commons

As Nuvens

Mäyjo, 14.01.15

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Por toda parte, sobretudo no ar existe vapor áqueo, devido à evaporação dos mares, dos lagos, dos rios e até da enorme massa da vegetação. Naturalmente, a umidade do ar será maior onde uma grande bacia de água está pronta a transformar-se em vapor. O ar, segundo sua temperatura, pode conter uma quantidade variável de água, tanto maior quanto for quente o ar. Mas, se este, vindo em contato com correntes frias ou elevando-se a grandes alturas, esfria, o vapor se condensa, formando inúmeras gotinhas, que conseguem ficar suspensas no ar e não se transformam em chuva por causa das correntes que tendem a subir para o alto, "mantendo-se lá em cima".


Para que as gotinhas redondas das nuvens possam formar-se, é preciso a presença de microscópicos corpúsculos estranhos: fumaça, pó, areia, etc. Muito freqüentemente, as nuvens, especialmente os cirros, nuvens altas, sutis, veladas, contêm, além de água sob forma de gotas, também numerosos cristais de gelo, nos quais a luz solar se reflete.


Enquanto o vapor de água estiver, transparente e deixar passar os raios do sol, sem interceptá-los, as nuvens, isto é, água em estado líquido, bloqueiam boa parte da luz solar, ou melhor, as superfícies esféricas das infinitas gotinhas refletem muitos raios de luz; assim, abaixo das nuvens, onde nós estamos, o ar se torna escuro e parece que a noite vem antes do tempo: mas em cima dele, há um clarão cintilante.


As nuvens estão sempre em movimento, em contínua transformação, devido às correntes que as atravessam, e seu aspecto é tão mutável e fantástico que chega a prender o olhar do observador. As nuvens podem reagrupar-se sob nomes diversos, segundo seu aspeto e a altura em que se encontram. As mais altas, que podem chegar até 10.000 metros, são chamadas cirros, depois, descendo para a terra, temos os cirros-estratos, os cirros-cúmulos, os cúmulos, arredondados e macios, circundados, geralmente, ao crepúsculo, por uma borda cândida ou rosada, sinal de bom tempo, e, mais abaixo, aos 1.000 metros, os estratos, os nimbos, que nada prometem de bom. Em geral, se as nuvens têm um aspecto arredondado e estão divididas em muitas massas, não preanunciam chuva, mas se estão dispostas em estratos ou pendem como véus do céu, a chuva não está distante.

Fonte:
http://netopedia.tripod.com/relevo/nuvens.htm

 

Como se começa uma avalanche controlada?

Mäyjo, 14.01.15

Como se começa uma avalanche controlada? (com FOTOS)

O controlo de avalanches é o processo de utilizar explosivos para, como o próprio nome deixa entender, as desencadear. O objectivo é aumentar a segurança dos esquiadores e montanhistas, entre outros.

Em Stevens Pass, Washington, os responsáveis pelo controlo de avalanches decidiram que estrava na altura de actuar depois de, em menos de duas semanas, a montanha ter ganho 3,3 metros de neve.

Os explosivos chegaram à montanha via helicóptero, tendo então começada a terrível avalancha.

Depois de calcularem e iniciarem uma avalancha controlada, estes responsáveis filmaram o processo. Veja-o aqui.

Caso ela se tivesse formado naturalmente, quem estivesse por perto não sobreviveria para contar a história, muito provavelmente.